Inteligência colaborativa é fundamental para o mundo VUCA

Inteligência colaborativa é fundamental para o mundo VUCA

O conceito de inteligência colaborativa surgiu principalmente após o advento da tecnologia e da conversão digital. As organizações reúnem grupos de colaboradores, no entanto, a ideia de equipe e colaboração em...

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Redação · Grupo Plano
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O conceito de inteligência colaborativa surgiu principalmente após o advento da tecnologia e da conversão digital. As organizações reúnem grupos de colaboradores, no entanto, a ideia de equipe e colaboração em conjunto, são sistemas ordenados que exigem habilidades em gestão e liderança.

As organizações integradas ao presente e futuro almejam construir um espaço de inteligência colaborativa, a ideia de que juntos todos podemos ir mais longe, crescer e somar. Pierre Lévy, sociólogo e pesquisador da ciência da informação, defendia o pensamento de que “Ninguém sabe tudo, mas todos sabem algo”.

Nesse artigo destacaremos o que é inteligência colaborativa, como construir esse espaço no ambiente organizacional e quais são as vantagens de adotar essa ideia na transformação de empresas preparadas para enfrentar o mundo VUCA.

O que é inteligência colaborativa

É interessante destacar que boa parte das organizações que existem hoje não nasceram no cenário de transformação constante, mas em circunstâncias diferentes, mais rígidas. A inteligência colaborativa já existia e sempre existiu, porém em outro formato.

Leia também: Mudança de Mindset no ambiente das organizações – entenda

Incluir a inteligência colaborativa na equipe é uma transformação necessária, no entanto, mudar crenças e transformar pessoas não é uma tarefa fácil. Hoje já podemos contar com grandes empresas que nasceram neste cenário presente e estão crescendo cada vez mais através da colaboração, quebra de decisões centralizadas e o conceito de compartilhamento.

Gigantes como a Uber, Facebook, Google e outras, formaram uma rede de contribuições mútuas. O mais interessante na execução dessas empresas é que elas conseguiram utilizar o ambiente digital para integrar pessoas a outras pessoas através de serviços, para além de pessoas à tecnologia. Empregar, unir habilidades, interesses e proporcionar a troca virtual de ideias entre grupos.

Os desenvolvedores dessas potências entendiam muito sobre pessoas, formação da sociedade e desejos do presente. Tiveram empatia para detectar lacuna em serviços pouco funcionais e ouviram muito bem o consumidor.  É indiscutível que souberam aplicar a tecnologia a favor das necessidades humanas.

Ambientes interconectados podem aproximar o homem do fator humano, tal como distanciar, depende da ideia, da inteligência aplicada e do quanto prevalece o respeito ao ideal a qual pertencemos: o humano!

Inteligência colaborativa na empresa

A colaboração na empresa só ocorre com uma gestão eficiente de pessoas e equipes. Portanto, a liderança possui um papel fundamental na criação desses circuitos e na aplicação prática da inteligência colaborativa.

De nada adianta criar uma equipe com profissionais feras, se não houver a organização de como cada conhecimento pode contribuir em determinado setor ou cenário, além do conceito de contribuição mútua, compromisso, colaboração prática, empatia com os colegas e responsabilidade para com os resultados.

A liderança irá impulsionar a inteligência colaborativa, ela não se dá sozinha, mas com a gestão de forças necessárias, engajamento e motivação. Inteligência colaborativa não é a união de experts, mas a integração de expertises para enfrentar diferentes desafios.

Confira: Por que começar a transformação organizacional?

Alguns pontos são fundamentais para aplicar a inteligência colaborativa no ambiente organizacional. Segue alguns:

1º Reconhecer o esforço da equipe: é imprescindível valorizar os colaboradores, construir uma atmosfera de trabalho humana e com máxima empatia;

2º Ampliar o intercâmbio de ideias: fazer o uso de espaços físicos e virtuais, como reuniões em equipe via Skype, Zoom, além da abertura para essa troca com outros profissionais que não atuam necessariamente na empresa;

3º Transformar a reflexão em utilidade: elaborar plataformas e pensar em ferramentas inteligentes para divulgar o conhecimento coletivo;

Colaboração como parte da política da empresa: é imprescindível considerar a habilidade de atuar em colaboração, um fator crucial na seleção de candidatos para trabalhar na empresa;

5º Treinar a liderança: desenvolver habilidade de colaboração e gestão de conflitos;

Estimule a comunicação: treine habilidades de comunicação e expressão entre os colaboradores.

Compor forças de trabalho = desenvolver pessoas, organizações e o Planeta!

O ambiente organizacional deixa de ser um espaço propício somente aos interesses comerciais e resultados que se revertem a recompensas competitivas no mercado. Será fundamental construir espaços comprometidos com o desenvolvimento humano, responsabilidade social e ambiental.

Todos esses aspectos caminham juntos nas empresas que almejam acompanhar qualquer tipo de avanço no presente e futuro. As necessidades humanas irão prevalecer, tal como o compromisso com a empatia, a construção de negócios que efetivamente atenda as necessidades íntimas do consumidor.

Ambientes organizacionais tornam-se oficinas práticas para acompanhar o avanço da tecnologia e paralelamente, desenvolver habilidades humanas essenciais para o uso consciente dessas ferramentas. Empresas possuem a cada dia mais o compromisso em educar e formar pessoas, esse será o futuro que almejamos. Muitos, já constroem e estão comprometidos nessa causa!

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Redação · Grupo Plano

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